Faça um bom trabalho

 




 


Como fazer uma boa pesquisa:
A primeira coisa que você deve escolher é o seu objeto de estudo, isto é, saber sobre o que você quer pesquisar. Lembre-se que existem milhões de lugares que poderão oferecer informações de qualidade, além da internet, bibliotecas, revistas, jornais, CD’s interativos, entre outros.
Uma pesquisa completa, exige abordar o mesmo tema de diversos aspectos. Para que isso ocorra, você deve buscar informações em diversas fontes confiáveis, como jornais, revistas, livros, entre outros. É muito importante que todos as informações coletadas sejam lidas com atenção. Você não precisa se apropriar de tudo o que leu. Aliás, você deve selecionar somente aquilo que achar relevante e interessante para seu trabalho. Depois, você deve escrever um texto próprio, baseado naquilo que você entendeu e com sua opinião sobre o assunto.
Você não deve copiar os textos!!. Chamamos essa cópia de “PLÁGIO” e muitos textos na Internet são protegidos pelas leis de Direitos Autorais. Você deve aproveitar essa oportunidade para se expressar e mostrar a outras pessoas seu ponto de vista e seu conhecimento.
Lembre-se que um bom texto sempre começará por uma introdução (com poucas linhas) expondo o tema de forma geral. Depois deve vir a tese, (que será o lado com o qual você concorda) que deverá ser maior que a introdução. Após a tese, virá a antítese, (o outro lado da tese, ou seja, a parte com a qual você não concorda, mas que mesmo assim continua existindo) que deverá ter mais ou menos o mesmo número de linhas da tese. E finalmente, a conclusão, que é um fechamento da sua pesquisa e o final do seu texto, e deve ter mais ou menos o mesmo número de linhas da sua introdução.
As imagens também fazem parte da coleta de dados e são parte importante de uma pesquisa multimídia.Você mesmo pode fazer seus desenhos sobre o tema da atividade ou procurar imagens com boa visualização que se enquadrem no seu tema. Você também pode anexar animações!


Como realizar um processo de criação:
Um processo de criação, conhecido como “Brainstorm” (tempestade cerebral), envolve mais do que apenas ter idéias. O grupo deve se reunir e conversar sobre produtos, objetos… bem desenvolvidos, ou que não existem, mas são necessários.
Durante a conversa, todas as idéias, por mais fracas que sejam, devem ser anotadas em um papel para serem selecionadas ou excluídas depois. Geralmente, as melhores idéias não aparecem logo de cara. Elas precisam de uma linha de raciocínio lógico para surgirem. Na maior parte das vezes elas aparecem por associação.
Depois de escritas as idéias, selecione-as. Lembre-se que sua invenção deve ser inédita, prática, útil e deve ter um diferencial. Você sempre deve ter em mente o funcionamento da sua invenção, que deverá ser explicado para que os usuários do site possam entender.
A partir daí, você só precisa desenvolver um desenho de seu protótipo ou um gráfico de seu funcionamento para ser escaneado e anexado ao seu trabalho.
Lembre-se de olhar o formulário de envio antes de começar a desenvolver seu projeto para que todos os campos sejam preenchidos.


Como desenvolver um roteiro de quadrinhos:
A primeira coisa que você tem que ter em mente é que tipo de personagem você deseja criar para figurar sua HQ. O enredo da sua história deve combinar com o personagem criado. Se seu personagem for divertido, a HQ deve ser engraçada e se for um personagem sério, a HQ deve ser séria ou dramática.
A estrutura básica para o roteiro de uma HQ possui seis etapas: 1) Apresentar os personagens; 2) Apresentar o ambiente (cenário); 3) Desenvolver a relação entre os personagens e o ambiente; 4) Apresentar um problema; 5) Crescer no problema até chegar ao ponto alto da história e 6) Conduzir até a solução do problema e ao encerramento da história.
Os personagens são o mais importante da HQ, portanto, você deve desenvolvê-los bem. Seja na aparência, no comportamento, na relação com seu íntimo ou seu desafio, o personagem deve ter carisma suficiente para salvar uma história, se essa não for boa.
O ambiente é muitas vezes esquecido, mas o ambiente pode enriquecer muito a história, tanto pelos detalhes ou pela falta deles. O cenário pode ser apenas uma sala sem móveis, reforçando o drama do personagem.
Você deve ser criativo na escolha do seu problema (enredo). Esse problema não precisa existir necessariamente. Como em Dom Casmurro ( Machado de Assis), nunca se soube se existiu ou não uma traição. Pode ser algo subentendido.
Lembre-se de que sua história deve ter começo, meio e fim, e deve fazer sentido para quem a lê e os desenhos devem ser condizentes com o enredo que você criar!


Como fazer uma boa entrevista:
Uma boa entrevista depende basicamente do tema escolhido e das perguntas a serem respondidas. A linguagem deve ser clara e o conteúdo original.
Não se esqueça de observar o exemplo fornecido!Para fazer a entrevista, você pode escolher qualquer tema. Dê preferência à assuntos atuais como novas tecnologias, conflitos no Oriente Médio…ou qualquer assunto que possa acrescentar algo ao seu conhecimento e ao conhecimento dos seus amigos.
Lembre-se sempre de que o entrevistado deve estar a par do assunto ou fazer parte dele para que seu depoimento tenha credibilidade. Só aborde o entrevistado com seu questionário pronto para não disperdiçar seu tempo e nem o dele.
Tome cuidado na elaboração das questões. Evite questões desnecessárias como a idade do entrevistado. A idade só é relevante se a entrevista for sobre a pessoa entrevistada. Tente fazer perguntas interessantes, que somem algo à quem lê.
Sempre olhe as entrevistas já publicadas para não repetir os temas, pois a finalidade dessa atividade é acrescentar informações novas aos usuários do site.


Dicas para uma boa redação

1. Pense no que você quer dizer e diga da forma mais simples. Procure ser direto na construção das sentenças.
2. Na dissertação, não escreva períodos muito longos nem muitos curtos.
3.Na dissertação, não use expressões como "eu acho", "eu penso" ou "quem sabe", que mostram dúvidas em seus argumentos.
4. Evite termos estrangeiros e jargões.
5. Evite o uso excessivo de advérbios.
6. Seja cauteloso ao utilizar as conjunções "como", "entretanto", "no entanto" e "porém". Quase sempre são dispensáveis.
7. Tente fazer com que os diálogos escritos (em caso de narração) pareçam uma conversa.
 8. Adjetivos que não informam são dispensáveis. Por exemplo: luxuosa mansão. Toda mansão é luxuosa.
9. Evite o uso excessivo do "que". Essa armadilha produz períodos longos. Prefira frases curtas.
10. Evite clichês (lugares comuns) e frases feitas.
11. Verbo "fazer", no sentido de tempo, não é usado no plural. É errado escrever: "Fazem alguns anos que não leio um livro". O certo é "Faz alguns livros que não leio um livro".
12.  Cuidado com redundâncias. É errado escrever, por exemplo: "Há cinco anos atrás". Corte o "há" ou dispense o "atrás". O certo é "Há cinco anos..."
13. Nas citações, use aspas , coloque a vírgula e um verbo seguido do nome de quem disse ou escreveu aquilo. Exemplo: "O que é escrito sem esforço é geralmente lido sem prazer.", disse Samuel Johnson.
14. É importante que, em uma dissertação, sejam apresentados e discutidos fatos, dados e pontos de vista acerca da questão proposta.
15. A postura mais adequada para se dissertar é escrever impessoalmente, ou seja, deve-se evitar a utilização da primeira pessoa do singular (Eu).
16. Na narração, uma boa caracterização de personagens não pode levar em consideração apenas aspectos físicos. Elas têm de ser pensadas como representações de pessoas, e por isso sua caracterização é bem mais complexa, devendo levar em conta também aspectos psicológicos de tipos humanos.
17. O texto dissertativo é dirigido a um interlocutor genérico, universal; a carta argumentativa pressupõe um interlocutor específico para quem a argumentação deverá estar orientada.
18. Na narração, há a necessidade de caracterizar e desenvolver os seguintes elementos: narrador, personagem, enredo, cenário e tempo.

Como escrever uma resenha

Conhecida como resumo crítico, a resenha só pode ser elaborada por alguém com conhecimentos da obra (livro, vídeo, exposição, show...), pois além de resumir, o resenhista avalia a obra, sustentando suas considerações.

O objeto resenhado pode ser um qualquer acontecimento da realidade (um jogo de futebol, uma comemoração solene, uma feira de livros, um show, um lançamento de um álbum musical) ou textos e obras culturais (um romance, uma peça de teatro, um filme).

A resenha deve apresentar o máximo de informações possíveis sobre a obra:Ex. Em um livro, deve constar título da obra resenhada, o nome completo do seu autor e  editora; já na resenha de um vídeo, deve constar o nome do filme (no original e a tradução, se necessário), diretor e produtora.

Deve apresentar também uma breve biografia do autor ou diretor, banda ou artista e um resumo das características da obra.


O que você precisa saber sobre poesia

Poesia é a arte de comunicar imagens, sentimentos, idéias, etc, por meio de uma linguagem em que sons e ritmos se combinam com os significados.Os poetas buscam transmitir no texto, através do "Eu Lírico", a visão da sua realidade com muita emoção.

Não precisa conter rimas, pode ser escrita em forma de prosa (prosa poética).

Deve valer-se de figuras de linguagem (metáforas, metonímias, onomatopéias...) para reforçar o sentido figurativo do texto.

O ritmo de um poema  é dado principalmente pela alternância regular das sílabas fortes e fracas. Ex: Um raio / fulgura / No espaço / De luz; / E trêmulo, / E puro, / Se aviva, / S'esquiva, / Rutila, / Seduz. ("A tempestade" - Gonçalves Dias)

A Rima é a repetição de sons, geralmente no final de versos diferentes, ou dentro do mesmo verso. Serve para reforçar o ritmo no final das estrofes.


Crônica - Como escrever uma?

A crônica literária é uma narrativa que se prende a fatos do cotidiano, muitas vezes de modo humorístico ou irônico, às vezes poético.

Constantemente, faz reflexões ou críticas à realidade cotidiana (não se trata de pura reprodução dos fatos).

É possível falar em três tipos de crônica:

·Lírica ou Poética: Se caracteriza pelo flagrante de aspectos sentimentais, nostálgicos ou de simples beleza da vida cotidiana.

· Crônica de Humor: Procura basicamente o riso, com certo registro irônico dos costumes.

· Crônica Ensaio: Apesar de ser escrita em linguagem literária e valer-se da ficção, apresenta uma visão abertamente crítica da realidade cultural e ideológica de sua época, servindo para mostrar o que autor quer ou não quer de seu país.

A linguagem não deve ser formal. Constantemente usa-se linguagem coloquial para assemelhar-se com a língua falada.